S. Julião da Barra - Nova Campanha Subaquática
Treze anos após a realização da EXPO98 para a qual os trabalhos e o espólio, até então recuperados junto à fortaleza de São Julião da Barra, formaram o núcleo do pavilhão de Portugal, este mês deu-se início a uma nova campanha de arqueologia subaquática no local.
Estes trabalhos, vão ser efectuados no âmbito de uma parceria entre as autarquias de Oeiras e de Cascais – através do Museu do Mar – e do Centro de História de Além-Mar (CHAM) da Universidade Nova, e tem como objectivo entender a dinâmica do porto de Lisboa, cuja entrada principal para os navios à vela se fazia junto à fortaleza.
Nos fundos que rodeiam as fortaleza é possível encontrar destroços que chegam aos anos 60 do século XX, altura em que naufragou o arrastão de pesca Santa Mafalda, já referido nas páginas da Revista de Marinha.
Naturalmente, que a RM vai acompanhar estes trabalhos que, de imediato, vão durar um mês.
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- O naufrágio da nau Nª Srª do Rosário em Tróia (1589)
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